Frases abomináveis de Lutero e que são desconhecidas dos Protestantes

09/11/2017 13:29

 

Frases abomináveis de Lutero 

e que são desconhecidas dos Protestantes

 

Cristo cometeu adultério

“Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte, de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: “Que fez, então, com ela?”, depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve de fornicar antes de morrer.” (Martinho Lutero: Tischreden, nº 1472, ed. Weimer, 11, 107)”.

 

Você pode ser um pecador e continuar no pecado

“Seja um pecador, e deixe os que vossos pecados sejam fortes, mas deixe que vossa confiança em Cristo também seja forte, e nos glorificamos em Cristo que é a vitória sobre a morte, o pecado e o mundo. Nós cometemos pecados enquanto estamos aqui, pois esta vida não é um lugar onde resida a justiça … Nenhum pecado pode nos separar d’Ele, mesmo se estivéssemos a matar ou cometer adultério milhares de vezes por dia.” (“Que os vossos pecados sejam fortes, a partir de “O Projeto Wittenberg, ‘O Segmento Wartburg”, traduzido por Erika Flores, de Saemmtliche Dr. Martinho Lutero Schriften, Carta n º 99, 1 de agosto de 1521).

 

Quem faz o bem deve ser computado como ímpio

“Estas almas piedosas que fazem o bem para ganhar o Reino dos Céus não só nunca terão sucesso, mas devem mesmo ser contadas entre os ímpios, é mais importante preservá-las contra as boas obras do que contra o pecado.” (Wittenberg, VI, 160, citado por O’Hare, em “Os fatos sobre Lutero, TAN Books, 1987, p. 122.)

 

Você pode praticar a poligamia

Confesso que não posso proibir uma pessoa de casar com várias esposas, pois isso não contradiz a Escritura. Se um homem deseja se casar com mais de uma esposa que ele deveria ser perguntado se ele está satisfeito em sua consciência de que  o faz em conformidade com a palavra de Deus. Nesse caso, a autoridade civil não tem nada a fazer sobre o assunto. ” (De Wette II, 459, ibid., Pp 329-330).

 

A Bíblia é ruim e nociva

“O livro de Ester, eu lanço no Elba. Eu sou como um inimigo para o livro de Ester, que eu gostaria que não existisse, pois judaíza demais e tem em si uma grande dose de loucura pagã.” (“Os fatos sobre Lutero, O’Hare, TAN Books, 1987).

“… A epístola de São Tiago é uma epístola cheia de palha, porque não contém nada evangélico.” (Prefácio ao Novo Testamento, “Dillenberger. Ed, p. 19).

 

Os judeus devem ser odiados e perseguidos

“Os judeus são demônios jovens condenados ao inferno.” (“Obras de Lutero”, Pelikan, vol. XX, p. 2230).

“Que devemos, pois, fazer, nós cristãos, com esse povo rejeitado e amaldiçoado dos judeus? [...] Não podemos apagar o inextinguível fogo da ira divina [...] nem converter os judeus. [...]

Primeiro: Que se incendeiem suas sinagogas, e, quem puder, jogue enxofre e piche. E quem pudesse também lançar fogo infernal, seria igualmente bom. A fim de que Deus possa ver nossa seriedade e todo o mundo tal exemplo, de modo que se até agora temos tolerado em ignorância tais casas (em que os judeus têm blasfemado tão vergonhosamente contra Deus, nosso querido criador e pai, com seu Filho), agora lhes temos dado sua recompensa.

Segundo: Que se lhes tomem todos os seus livros — livros de oração, escritos talmúdicos, também toda a Bíblia —, sem deixar uma folha sequer, e que sejam preservados para aqueles que se converterem. [...]

Terceiro: Que lhes seja proibido, sob pena de perderem o corpo e a vida, de louvar a Deus, dar-lhe graças, orar, ensinar publicamente entre nós e em nosso país. Podem fazê-lo em seu próprio território ou onde o puderem, sem que nós cristãos precisemos ouvi-lo ou disso tomar conhecimento. [...]

Quarto: Que lhes seja proibido pronunciar o nome de Deus em nossos ouvidos, pois nós não podemos ouvi-lo ou tolerá-lo de boa consciência. [...] E quem ouvi-lo de parte de algum judeu, denuncie-o à autoridade ou lhe atire excremento de porco quando o vir, afugentando-o. Ninguém seja misericordioso ou bondoso nesse particular, pois estão em jogo a honra de Deus e a salvação de todos nós” (Martinho Lutero in “Dos judeus e de suas mentiras”).

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